quinta-feira, 21 de março de 2013

Informações Planejamento Online

 

Orientações sobre o Planejamento On-line

 Senhores usuários do Sistema de Gestão Pedagógica - Planejamento On-line.
 
Informamos que o sistema em que o secretário da escola deve cadastrar os professores, coordenadores e diretores para acesso ao Planejamento On-line, é o Sistema de Gestão de Dados Escolares – SGDE-RH. Após o cadastramento esses usuários estarão habilitados para acessarem o Sistema de Gestão Pedagógica “Planejamento On-line”.
 
Os professores que não estão aparecendo turmas no Sistema de Gestão Pedagógica “Planejamento On-line” devem entrar em contato com o secretário da escola para regularizarem essa situação no SGDE-RH. Professores novos na Rede Estadual de Ensino devem aguardar a matrícula ser gerada pela Coordenadoria de Recursos Humanos DGIAPE/SED para então, serem cadastrados no SGDE. Assim, até a matricula ser gerada, os docentes novos deverão realizar os planejamentos em formulário específico.
 
O período de postagem dos planejamentos para os professores do mês de abril (quinzenal ou mensal) iniciou em 18/03 e termina em 25/03/13. O prazo para os coordenadores aprovarem esses planejamentos é até 30/03/13.
 
Senhores diretores o Sistema de Gestão Pedagógica “Planejamento On-line” não está aberto para escolha de periodicidade entre quinzenal e mensal nesse momento. Sentido assim continua valendo a escolha realizada em 2012.

Qualquer dúvida entre em contato com o técnico responsável Alciley na COTEC/SUPED/SED, pelo telefone: (67) 3318-2298.



Uma ferramenta, muitas descobertas.


As ferramentas tecnológicas atuais nos possibilitam utilizar diversos aplicativos como imagens, vídeos, jogos, entre outros, que auxiliam os alunos a assimilar o conteúdo, porém, uma ferramenta antiga conquistou os alunos do 8º ano B do ensino fundamental e 1º A e B do ensino médio, o microscópio.
Na última semana, as aulas de ciências e biologia estão bem dinâmicas. Segundo a prof.ª Marilizi Duarte, proporcionar aos alunos a vivência de aplicar técnicas descritas nos livros didáticos vai além de complementar o conteúdo, proporciona aos discentes uma visão mais amplas dos conteúdos que serão aplicados em séries posteriores e amadurecem o compromisso e responsabilidade dos mesmo.

A seguir, descrições das atividades que estão sendo desenvolvidas.

Agradecemos ao Laboratório Santa Barbara e Laboratório Municipal Central pelo apoio.

Por: Marilizi Duarte




Série: 8º B

Conteúdo: Célula Animal

 

Material utilizado:

- Palito de dente;

- Lâmina;

- Lamínula;

- Corante de metileno;

- Água;

- Células da parede bucal.

 



Procedimentos:

1º) Raspar a mucosa bucal com o auxílio de um palito de dente.

2º) Com o material colhido fazer um esfregaço fino e transparente sobre uma lâmina seca. Deixar a lâmina secar movimentando-a no ar.

3º) Corar o material com azul de metileno, deixar agir por 5 minutos.

4º) Cobrir com lamínula e observar ao microscópio com objetivas de 4X, 10x e 40x.

5º) Fazer um desenho (esquema) da célula observada no microscópio, identificando as estruturas celulares observadas.
 
 
Séries: 1º A e B

Conteúdo: A origem da vida

 

GERAÇÃO ESPONTÂNEA – PARTE 1



Material utilizado:



- 6 tubos de ensaio;

- papel alumínio;

- algodão;

- panela;

- carne moída;

- água;

- peneira;

- pano limpo ou coador de café de papel.



 


Procedimentos:

- Prepare um caldo de cultura, misturando carne moída (aproximadamente 100g) com meio litro de água filtrada e deixar de molho por cerca de 1 hora.

- Filtrar o líquido, espremendo a carne em uma peneira.

- Ferver o líquido obtido por 15 minutos e passar em filtro (pano limpo ou filtro de café), até obter um caldo claro e transparente.

- Distribuir o caldo de carne entre os tubos de ensaio, a fim de ocupar um terço do volume de cada tubo.

- Fechar os tubos com tufos de algodão e cobri-los com papel alumínio;

- Por os tubos em pé em uma panela pequena (cuidado para os tubos não escorregarem dentro da panela), contendo cerca de três a quatro dedos de água. Tampar e deixar ferver por cerca de 20 minutos.

- Após esfriar, retirar a cobertura de alumínio de apenas 3 tubos e os outros 3 tubos permanecem com o papel alumínio.

- Observar o material por 3 dias.

- Após esse período, observar o ocorrido nos tubos tampados e nos destampados, anotando as observações.

- Traga sua experiência para a sala de aula no dia estabelecido para sua turma 19/03 (1º A) e 20/03 (1º B).

 

GERAÇÃO ESPONTÂNEA – PARTE 2

 

Procedimentos:

- Preparar uma lâmina a fresco para cada tubo e observar na objetiva de maior aumento do microscópio. Em seguida passar para as demais lâminas.

- Fazer um desenho (esquema) de cada tubo observado (os tubos com tampas e os sem tampa).

 

 

 





 

 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Células Comestíveis

Na aula de ciências no 8º ano 'A', período matutino, a professora Nirléia Kayzer apresentou, junto aos seus alunos um trabalho sobre célula animal e vegetal no intuito de que os alunos compreendam quais as organelas existentes nelas e qual a função de cada uma. Para isso, a professora propôs que os alunos fizessem e criassem tortas doces e salgadas, pudins, gelatinas e pizzas encrementadas com confetes, balas e bolachas sugerindo a estrutura celular. A sala de aula foi preparada e um banquetes de células comestíveis foi servido.
 
 
 
 
 
 
 
 
 





 
 

 
 
 
 



 
 

 

sexta-feira, 15 de março de 2013

15 de Março - Dia da Escola

 

No dia de hoje as coordenadoras, Andreça (Coordenadora Pedagógica) e Marcia (Coordenadora de área de Matemática), em razão ao dia da escola, sugeriram aos professores uma atividade de leitura e reflexão acerca da importância da escola na vida de alunos, professores e demais pessoas da comunidade a ser trabalhada em todas as salas. Abaixo os textos e imagens referentes a data.
 
 
 
 
 
DIA DA ESCOLA
Dia 15 de Março foi instituído como o dia da escola. Um dia para lembrarmos-nos
do local, onde depois da família, é o mais importante para todos. É na escola que
passamos grande parte de nossa infância, para que possamos crescer com inteligência,
amadurecer, aprender cada vez mais, e ter um futuro garantido.
Obviamente que não são todos os que aproveitam o que a escola nos oferece, porém é
importante ter em mente a importância da mesma em nossas vidas, afinal de contas, se
hoje você está lendo este simples texto, é porque um professor o ensinou.
Então respeite este dia com muito carinho, não estou dizendo para fazer um grande
sacrifício, mas apenas para colocar a mão na consciência, e assim ao invés de reclamar
por ter que estudar, agradeça, pois não são todos que tem a mesma oportunidade que
você.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MINHA ESCOLA É MAIS LEGAL
 
 
A escola em que eu estudo
É um lugar muito feliz.
Todo dia, vamos juntos,
Eu, a Cida e o Luis.
No caminho vou pensando
Já na hora de brincar.
Pega-pega, futebol,
No recreio vou jogar.
Com a minha professora,
Aprendo a ler a contar.
Brinco de faz-de-conta
Sei escrever e pintar.
Quando toca o sinal,
Faço fila e vou em frente.
A melhor lição da escola,
Fica no coração da gente!
 
Flávia Muniz*


quarta-feira, 13 de março de 2013

A Hora do Planeta

http://youtu.be/EWo6Slth3X8

A hora do planeta.

 
Sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
Pelo quinto ano consecutivo, o WWF-Brasil promove no país o movimento global Hora do Planeta. No dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30, milhões de pessoas ao redor do mundo vão apagar as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.

Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar seu apoio na batalha contra as mudanças climáticas.

Neste ano de 2013, a Hora do Planeta no Brasil convida empresas, governos e toda a sociedade para responder uma pergunta em especial. “O que você faria para salvar o planeta?”. No sábado, 23 de março, apagar as luzes será só o começo.

Hoje, apesar de todos os problemas ambientais existem aqueles dispostos a fazer sua parte para salvar o planeta. A responsabilidade é de todos. Participe da Hora do Planeta, cadastre-se no site, apague suas luzes e reflita sobre como você pode mudar seu estilo de vida para ser mais sustentável.

Lembre-se no sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
 
Fonte:http://www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/hp2013/
 
 
 

Textos complementares- Aula de Biologia: 'Desenvolvimento Sustentável'


Complementando a aula de Biologia 'Desenvolvimento sustentável' a Profª Daiana disponibilza aos alunos textos referentes ao tema para leitura e aprendizagem, sugerindo ainda a visita à página: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/pegada_ecologica/ para conhecer a Pegada Ecológica.
A profª Daiana que atualmente participa da ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ESPAÇO EDUCADORES SUSTENTÁVEIS propõe aos alunos que
entrem nesse link e Saibam seu estilo de vida, Reduzam e Calculem sua Pegada.
 
 
 
1º Texto: 

Gente, bicho, planta.
Esta história aconteceu de verdade, lá pelo século passado, num país chamado Inglaterra, com um cientista de nome complicado.
O nome dele era Thomas Huxley, mas a gente pode entender mais se só chamar o homem de professor Thomás.
Ele era um naturalista – estudava a natureza e toda sua beleza.
E um dia foi chamado pra resolver um mistério que era mesmo um caso sério.
Num lugar lá no campo estava acontecendo uma coisa meio esquisita. É que a região nunca ficava pobre nem rica.
Quando tudo ia melhorando, o gado ia engordando, o povo ia prosperando, qualquer coisa acontecia. E a riqueza sumia.
Quando ia empobrecendo, o gado ia emagrecendo, o povo ia adoecendo, tudo ruim acontecendo de repente melhorava.
E a pobreza acabava.
Mas nunca ficava bem.
Nem ficava mal também.
Para poder dar um jeito, era preciso entender direito.
Para não acontecer mais.
Então chamaram o professor Tomás.
Saiu por ali e resolveu conversar.
Desandou a perguntar.
Tanto perguntou que parou.
Todo mundo ficou achando que ele cansou.
E aí ele mudou. Foi pesquisar documento.
Para decifrar o mistério, ficava até passeando pelo meio do cemitério.
Até que descobriu.
Reparou que, quando o lugar era rico, tinha muita gente casando e muita gente nascendo.
Quando as coisas pioravam, as pessoas se mudavam.
Tinha menos batizados, menos casamentos.
Tudo isso ele aprendeu com as perguntas e os documentos.
O resto foi com o pensamento.
Quando o pasto ficava feio, a região ficava pobre.
Produzia pouco leite porque o gado não estava bem alimentado.
Pouco dinheiro e pouco trabalho.
Aí os fazendeiros mandavam embora os empregados.
E os homens iam procurar trabalho na cidade.
Acabavam casando por lá e não voltavam pro seu lugar.
E nesse lugar, o que acontecia?
Os rapazes iam embora e as moças ficavam sem ter com quem namorar.
Naquele tempo ainda era muito atrasado: moça tinha só que casar, não podia estudar, nem sair pra trabalhar, e de sua vida cuidar.

Sem ter a quem a querer bem, queriam tratar de alguém.

E arranjavam um gato pra fazer companhia.

A aldeia ficava uma gataria...

Mas o gato é bicho caçador.

E de noite os gatos saíam para caçar.

Caçavam ratos do campo.

Quando tinha muito gato, sobrava muito pouco rato.

Só que esse tipo de rato só ficava bem feliz comendo uma certa planta com deliciosa raiz.

Com menos rato, tinha mais dessa planta pelo mato.

Essa planta, por sua vez, tinha uma folha bem tenra, um verdadeiro tesouro para um certo tipo de besouro.

Besouro de brilho lustroso, que logo saía guloso pra comer de sobremesa uma flor que era uma beleza.

Flor de trevo açucarada.

Voando de flor em flor, o pólen ele ia levando.

Esse pólen, que levava, em outra flor que se misturava.

Dessa mistura, uma semente se formava.

Uma nova planta nascia.

O campo todo de trevos se cobria.

E era o melhor pasto que havia.

Depois disso, que é que vinha?

Será que você adivinha?

O gado ficava lindo.

De outros lugares, muitos homens vinham vindo.

Tinham muito que trabalhar.

E começavam a namorar.

Aí, casavam, as famílias criavam, e nos gatos nem pensavam.

Começava tudo ao contrário.

Menos gatos, mais ratos.

Mais ratos, menos raízes.

Menos folhas, menos besouros.

Menos besouros, menos trevos.

Com as coisas indo assim, o pasto ficava ruim.

O gado emagrecia.

E tudo de novo acontecia.

Transcrição do texto de Ana Maria Machado, da p. 121/122, do livro CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antônio .ALP,5: Análise, Linguagem e Pensamento: A diversidade de textos numa socioconstrutivista. São Paulo: FTD, 1993.(p.121/122) Certamente inspirada em obra de Thomas Huxley, de 1863, Evidence as to man’s place in nature(Evidências sobre o lugar do homem na natureza), que tratava da interdependência entre os seres humanos e os demais seres vivos" (DIAS, 1998).






2º Texto:





Desenvolvimento auto-sustentável

"Eram 169 pulgas, 38 carrapatos e 75 piolhos. Todos moravam num cão de rua. Naquele "planeta" os carrapatos preferiam o interior das orelhas, os dedos, a cernelha e as axilas. No dorso, lombo e abdômen viviam as pulgas. Os piolhos no restante. O cão era uma coceira só. Sugavam o sangue inoculando-lhe uma saliva irritante. Dia e noite, domingos e feriados.

Um dia alguém percebeu que o alimento estava caindo de qualidade - um sangue ralo e cada vez mais cor-de-rosa. Seria necessária uma assembléia de todos os moradores.

Na semana seguinte teve início a I Conferência Planetária do Meio Ambiente. O fórum escolhido foi o dorso do animal. Compareceram 292 pulgas, 94 carrapatos e 101 piolhos. Após a aprovação do regimento da Conferência, uma pulga fez uso da palavra:

- Senhoras e senhores, tenho notado uma drástica diminuição dos nossos recursos naturais. O planeta está anêmico!

- As culpadas são vocês mesmos suas pulgas imediatistas... atacou uma fêmea de carrapato entumescida de sangue.

- Que nada, nós até sabemos reciclar...

- Não entendi, interpelou um piolho.

- Nossas larvas, futuras pulgas, são alimentadas com nossos próprios dejetos... isto é ou não é reciclagem?

- Acho que tudo é uma questão política, completou outro carrapato.

E a reunião prosseguiu acalorada.

De repente o "planeta" começou a balançar...

- Efeito estufa? Aumento da temperatura global? Queimadas? Terremotos? Ou efeito do buraco na camada de ozônio?

Na verdade era o cão que se coçava desesperadamente num solitário jequitibá...

Ouvindo toda a discussão a árvore tentou ajudar:

- Gente! Vocês já ouviram falar em "desenvolvimento sustentável"?

Todos silenciaram para escutar.

- Antigamente essa praça era uma floresta. Inúmeras árvores de variadas espécies. Produzíamos flores, frutos, abrigos, sombra e madeira. As folhas mortas e os restos dos animais se decompunham rapidamente com a ação do calor e da umidade freqüente. Assim todos os nutrientes eram devolvidos à terra-mãe, alimentando-nos e possibilitando o nascimento de novas plantas. Tudo aqui era biodiversidade. Existiam orquídeas, bromélias, cipós e toda a vida animal. As copas amenizavam a queda da chuva que suavemente deslizava entre os galhos. Não havia erosão. De vez em quando cortavam algumas árvores. Nem precisavam reflorestar. Nós mesmas fazíamos o replantio com a ajuda dos morcegos, frugívoros, cutias, gralhas, borboletas, beija-flores e até do vento. Assim a floresta se AUTO-SUSTENTAVA. Mas um dia começaram a desmatar além da conta... logo fiquei sozinha. hoje virei mictório de cães e de gente. As minhas folhas são impiedosamente varridas. Não têm mais o direito de apodrecer ao pé da árvore-mãe..

- Mas afinal o que é desenvolvimento sustentável? - perguntou um piolho aflito.

- É cada um sugar sem exageros o alimento e dar tempo ao "planeta" de se recuperar...

- Vamos ter que produzir economizando, lembrou um carrapato demonstrando preocupação - afinal todos nós podemos jejuar mais de um mês...

E a plenária efervesceu. Foram criados manifestos e leis ambientais. Publicaram a "Carta dos Ectoparasitos". Elegera-se delegados. Todos se comprometeram...

Ao final dos debates já haviam 3.090 pulgas, 2.348 carrapatos, 2.251 piolhos...

No dia seguinte, o cão morreu.


Texto: Prof. André M. Corrêa (Biólogo e guia de Ecoturismo)

Material cedido pela tutora Tayná